O Cristianismo – 03

22 07 2010

Se existe uma coisa que um cristão não faz nunca é ler a bíblia. Sim, estou generalizando, mas uma grande maioria só lê salmo 91 ou apenas sabem João 8:16 de cor e salteado, pra citar de maneira aleatória quando em discussão contra um não crente. São crentes que andam pra cima e pra baixo com a bíblia na mão, falam que é um livro maravilhoso e tudo que se deve saber está lá, mas só abrem pra ler um versículo quando o “pregador” (Há!) pede, para dar aquela chorada e pedir o dízimo.

 

Eu poderia ficar aqui dias digitando cada absurdo da bíblia, homem que oferece as filhas para serem estupradas, mulher que é esquartejada após ser estuprada com o consentimento do marido, mulas que falam, hemorróidas de ouro, mulheres grávidas partidas ao meio, filhos devorados pelos pais, infanticídio de recém nascidos… A lista é imensa. Para mais detalhes acessem o guia bíblico do cético: www.bibliadocetico.net .

 

A bíblia envelheceu mal. Com a atual concepção humanista, Javé é cruel e perverso, mas nada que impeça o crente de rebater isso tudo com uma simples frase: “Isso é o velho testamento”. Eles somente lêem trechos amorosos das parábolas de Jesus, nada de arrancar o olho e odiar os pais diga-se de passagem. E os trechos do velho são escolhidos a dedos para não chatear.

 

Eu acreditava em todos esses absurdos sem questionar um só minuto. Embora histórias como a de Noé soassem estranhas, como todo mundo que vivia ao meu lado não questionava, achava que aquilo tudo era a mais pura e sincera verdade. Até que um dia tive em mãos o livro “O Livro do Juízo Final” da Ordem do Graal na Terra. Tá certo que são os reis da bizarrice, a única coisa que me lembro bem do livro era de que os deficientes mentais na verdade eram espíritos que não tinha mais solução e eram marcados na testa. Apesar do livro ser estranho, ele diz que boa parte da bíblia está errada. Dá novas versões tentando transformar Deus em um sujeito mais “humanista”. O mais importante pra mim foi saber que se podia duvidar e criticar a bíblia, pode parecer besteira, mas esse livro foi bastante libertador pra mim.

 

Desde então comecei a ler a bíblia mais criticamente e meditar sobre aquilo tudo, primeiro acreditei que a bíblia tinha sido modificada pelos homens. Depois percebi que pela minha lógica a REALIDADE teria de ser modificada também pra sustentar o Deus bondoso e amoroso, onipotente e onisciente. Afinal parei de brigar com o bom senso e não acredito em nenhum Deus, nem os revelados e nem qualquer concepção deísta.

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13 responses

7 09 2010
Yuri S. C.

O que eu costumo perguntar é: por que um crente deve adotar o mesmo tipo de interpretação bíblica de um ateu?Minha opinião é que essa é a pergunta chave e primeira sempre a se fazer para um não religioso que quer falar sobre a bíblia e seu modo necessário de interpretação ou mesmo de tomar como modelo de ações.Se tiver pachorra em defender, gostaria de ouvir.

13 09 2010
Rapidfire

Tinha até me esquecido daqui foi mal a demora. Primeiro devo confessar que atualmente quando leio a bíblia, é para me munir de argumentos contra cristãos, mas quando cristão a li para dissipar minhas dúvidas quanto a doutrina do pentecostalismo. Como já disse o cristão lê a bíblia fazendo juízo de valor e considerando metáfora ou ignorando trechos que não concorda ou que contradiz sua fé. A pergunta chave é: qual o método de interpretação de um cristão? Há de se ter um passo a passo para interpretação geral e não, como é recorrente, um caso a caso. Ora é literal ora não é. Qual é o teu método?

14 09 2010
Yuri S. C.

Bom, eu não sou cristão.Mas vemos, de acordo com seu testemunho pessoal, que tem como ler ela de maneiras distintas.E você mesmo responde à sua pergunta chave: o método de ler de um cristão, ao menos pentecostalista, é para “dissipar dúvidas, fazendo juízo de valores, considerando metáforas ou ignorando trechos que não concordam ou contradiz sua fé”.Outras igrejas costumam ter isso mais amarrado, ou seja, estudos e formas de se ler, o que creio ser interessante, visto ser a bíblia uma biblioteca, e não apenas um livro.Ainda assim contradições não deixam de existir.Cabe então saber como as religiões lidam com as contradições e, sobretudo, se elas se propõem a dar respostas a tudo com base no que está escrito no livro.Ao primeiro ponto se responde estudando a religião em questão, ao segundo ponto, creio que a resposta seja não. (ao menos em religiões mais tradicionais, não sei quanto aos pentecostais)

15 09 2010
Dhiogo

Esse é o exato problema bíblico. É um apanhado de livros que não colaboram com a construção de um pensamento divino.

A escolha dos livros, aliás, ainda é alvo de controvérsias já que existem divergências de livros entre as várias vertentes. Algumas denominações protestantes, por exemplo, 7 livros a menos. A igreja ortodoxa tem mais dois livros em relação à bíblia da ICAR. Isso sem falar nos apócrifos do novo testamento. Portanto a bíblia é um guia confuso e contraditório cabendo a cada denominação a defesa de pontos de vista distintos sobre um mesmo livro sagrado. Tome como exemplo a cisão protestante, embora tenha muito a ver com política, com o desejo dos Reis da liberdade do poder da Igreja. Hoje o que resta é uma divisão clara e pouco ecumênica, isto se deve a interpretações divergentes: o direito a sexo por prazer, a condenação a “idolatria” (segundo suas próprias palavras), a quebra do poder papal, a confissão de pecados em oração, etc.

O que as vertentes cristãs fazem é selecionar cuidadosamente os trechos para o suporte aos seus dogmas. Veja por exemplo como algumas defendem que a mulher não pode cortar o cabelo:
1 Coríntios 11: – “Julgai entre vós mesmos: é decente que a mulher ore a Deus descoberta? Ou não vos ensina a mesma natureza que é desonra para o homem ter cabelo crescido? Mas ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso, porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu”.

Paulo deixa claro a preferência de Deus, assumindo que o livro seja revelado. O que alguns cristãos fazem é ignorar ou criar subterfúgios em trechos como esse. Para deixar claro o que quero dizer darei um exemplo evidente da seleção desonesta que algumas denominações fazem em nome de seus dogmas:

Embora aleguem que Jesus Cristo fez passar o tempo da lei Mosaica, eles ainda selecionam alguns trechos do velho testamento como esse de Deuteronômio 22:5:

“Não haverá traje de homem na mulher, e nem vestirá o homem roupa de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao SENHOR teu Deus.”
Alegam que isso fundamenta que a mulher não deve andar de calça, pois não deve se vestir como homem, mas veja o que reserva o mesmo capítulo, quando determina o que deve acontecer quando o homem “coabita” uma mulher e, com razão, alega que ela não é mais virgem, Deuteronômio 22:20,21 :

“Porém se isto for verdadeiro, isto é, que a virgindade não se achou na moça (Ou seja, não houve sangramento, grifo meu),

Então levarão a moça à porta da casa de seu pai, e os homens da sua cidade a apedrejarão, até que morra; pois fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai; assim tirarás o mal do meio de ti.”

30 10 2010
Yuri S. C.

Meu caro, caso nao tenha reparado, vc fugiu à questão.

a minha pergunta é (repito): por que um crente deve adotar o mesmo tipo de interpretação bíblica de um ateu?
Qual é a hermeneutica atéia que os crentes devem seguir? Por que?

30 10 2010
Dhiogo

Eu expliquei qual a hermenêutica cristã. Nela é selecionada o que corrobora com a denominação. O ateu percebe as falhas na bíblia e mostra ao crente. Acho que um crente deveria adotar a mesma hermenêutica honesta de entender as palavras de “Deus” como elas realmente são e não tentar fazer malabarismo semântico para salvar sua ideia do próprio Deus.

Qualquer um que não seja cristão ao pegar a bíblia, perceberá que ela é cheia de falhas, contradições e crueldades. Acho que o crente deveria fazer apenas uma leitura honesta dela.

Respondi agora?

15 02 2015
Eduardo Vasconcelos

Clap clap clap…

30 10 2010
Yuri S. C.

O que você mostrou está muito longe de ser a “hermeneutica cristã”.
O que você mostrou foi apenas uma administração ou jogo para esconder contradições.
Isso é lá a hermeneutica cristã? Ou convem a um ateu que só enxergue essa parte?

Eu que não sou cristão sei que aquilo que você mostrou não é a hermeneutica cristã.
Se quiser começar, poderia destacar um livro, dizer o estilo dele, a analise historico social da época, explicar como e porquê as palavras deveriam ser interpretadas da mesma forma que você faz.
Diga lá a razão de serem proibidas as relações semânticas e tudo mais que você considera errado na leitura de um livro.

No mais, basta dizer que não acredita nela, em vez de dizer que estão errados.

6 11 2010
vanderlei

boa tarde dhiogo!
qualquer pessoa de bom senso e dotada com de algum interesse . ao estudar a bilblia , notara varias contradições e grandes absurdos .
Os crentes radicais desde criancinhas são doutrinados a respitarem a biblia como um livro sagrado escrito por Deus.
Assim eles a respeitam tanto ao ponto de acharem que são uma especie de soldados de deus defendendo a suas verdades, mesmo sendo atos absurdos de outros homens.
Eu tenho uma visão espirita, logo minha interpretação tende para esta visão.
Mas é logico que reconheço muitos absurdos e contradições.
Mas como ja foi comentado aqui ateus lem apenas com intenção de adiquirir argumentos , contra e tambem motivos para denegrirem e ridicularizarem a biblia.
Assim temos visões conforme a tendencia da crença de cada um.
Sem falar das parabolas de dificieis comprensão, cada um diz uma coisa.
Mas a gande questão é a seguinte toda obra de origem humana, seja ela inspirada por pensamentos superiores ou não sempre tem algo de positivo, voce já conseguiu identificar os grandes ensinamentos divinos ?

Pois eu afirmo para voce se voce entender os pensamentos e ensinamento superiores de Jesus e prtaticalos na sua vida com boa vontade, sua vida ira melhorar muito, assim aconteceu comigo, então comprove voce mesmo os bons resultados na pratica ?

abraço

6 11 2010
vanderlei

boa tarde yuri

ta disposto a reconciliação, ou entre nós ta tudo acabado, mesmo ? he…he…he!

19 11 2010
VANDERLEI

É ! PARECE QUE FOI O FIM MESMO!..SNIF!…..SNIF!

19 11 2010
Oiced Mocam

… A fé dos leitores religiosos da Bíblia baseia-se na premissa de que “Deus está na Bíblia e Ele não fica em silêncio”. Ela seria uma carta de Deus para os homens. Para os cristãos o Espírito Santo atuou de uma forma única e “sobrenatural” sobre os escritores. Seguindo este raciocínio para os cristãos, Deus é o verdadeiro autor da Bíblia, e não seus escritores, por si mesmos. Para os crentes, a sua postura diante da Bíblia determinará o seu destino eterno.
Diferente das outras mitologias, os assuntos narrados na Bíblia são geralmente ligados a datas , a personagens ou acontecimentos históricos, apesar de não confirmarem os fatos narrados, por outro lado, comprovando que aconteceram de alguma forma. Os judeus acreditam que todo o Velho Testamento foi inspirado por Deus e, por isso, constitui não apenas parte da palavra divina, mas a própria palavra. Os cristãos, por sua vez, incorporam a tal entendimento todos os livros do Novo Testamento.

Os agnósticos e ateus possuem concepção inteiramente diferente, descrendo por completo dos ensinamentos religiosos, conforme veremos mais adiante as afirmações de muitos humanistas. Tal descrença ocorre face ao entendimento de que existem personagens e fatos cuja real existência e ou atos praticados são por eles considerados fantásticos, exagerados e prejudiciais ao progresso e a própria sobrevivência da humanidade. Tais como falsos milagres e os relatos de Adão e Eva, Dilúvio e Arca de Noé, Êxodo, David e Salomão, Jesus que nasceu de uma virgem ou voltará à Terra, Moisés, Jonas engolido por um “grande peixe”, etc. Os não crentes, alegam que a Bíblia e o Corão, sequer são exemplos de moralidade que possam ser considerados adequados. Ambos aceitam a escravidão. E qualquer um que os considere guias morais deve ser a favor da escravidão. Não há uma linha no Novo Testamento que denuncie a iniqüidade da escravidão. São Paulo até aconselha aos escravos que sirvam bem aos seus senhores e sirvam especialmente bem aos seus senhores cristãos. Os livros também não são autoridade e, física, astronomia ou economia.
Já na primeira página, surge o primeiro enigma: dois relatos diferentes da criação do mundo. Der acordo com um deles, Deus criou o Universo em sete dias e simultaneamente o homem e a mulher; segundo o outro, porém, a criação levou apenas um dia e criou antes o homem e, a partir de sua costela, formou a mulher. O primeiro diz que Deus criou os seres em ordem progressiva: plantas, animais e pessoas; segundo o outro, a ordem foi: homem, plantas e animais. A qual relato podemos dar crédito? E a teoria da evolução, hoje aceita e comprovada pela ciência? E a idéia de que os demais animais foram criados para fornecer-nos alimentos ou que temos autoridade divina sobre eles e permissão divina para matá-los? A interpretação da Bíblia ao pé da letra impede o ensino da evolução nas escolas. Ou a Bíblia é a palavra de Deus, ou não é? Por que a Bíblia se contradiz dessa maneira? O que deu de errado com os cristãos e principalmente de que os seres humanos vem em primeiro lugar, prática arraigada de séculos? Será porque a Bíblia é apenas um livro comum escrito por mortais, ou não é?

Vejamos outros relatos da história do nascimento da Bíblia, que nos chegaram na visão cristã em busca da permanente busca por Deus. Há quase 4 mil anos, não havia um livro sagrado que guiasse as práticas espirituais do povo nômade que ocupava a região da atual Palestina, chamada a princípio de Canaã e depois de Israel. As histórias de fundo moral, que orientavam a conduta do grupo, eram contadas de pai para filho ao redor da fogueira nas pequenas celebrações que ocorriam nos acampamentos e foram preservadas pelas suas tradições e crenças. Transmitidos de geração em geração. Tais relatos constituíram o embrião do que hoje é a Bíblia, conjunto de livros sagrados que conta a saga dos judeus e dos primeiros cristãos.
O Antigo Testamento descreve a história do povo de Israel, escolhido por Deus para realizar seu projeto: ser o Absoluto, para que as relações humanas se tornassem mais fraternas.

…No processo de organização da Bíblia, muitas histórias se perderam, outras foram descartadas ou ganharam novos contornos de acordo com a mensagem que se pretendia passar. Foram os reis, os sacerdotes, os escribas e os profetas que começaram a dar ordem às varias histórias de fé e prática da justiça, que circulavam pelas camadas mais populares da sociedade. As elites acreditavam num Deus único e tentavam impor sua visão religiosa para o restante da população.

Conforme afirma o escritor , André Chevitarese. “A Bíblia é uma seleção de escritos do grupo que conseguiu impor sua visão de Deus”.

Nessas sucessivas transcrições, cópias de outras cópias, introduziram modificações na história, várias intencionais, principalmente nas narrativas escritas em material reutilizável, como o pergaminho e é possível encontrar muitas anotações e interpretações sobre os originais. Os monges que copiavam as Escrituras mudaram textos para atacar seus desafetos: as mulheres e os muçulmanos.
As pesquisas de hoje procuram descobrir o que os autores queriam dizer, levando em conta como e quando um texto foi produzido, seu estilo e destinatário. A tarefa não é simples, por terem passado por diversas mãos e em diversas fases. Grande parte foi escrita na Palestina. Depois de Jesus teve a fase da reprodução da Bíblia.
Essa facilidade de dar crédito, de aceitar e admitir coisas mal inventadas ou francamente garantidas, trata-se de erro da história eclesiástica. Que com demasiada facilidade registrou relatos e narrativas de milagres realizados por mártires, eremitas ou monges do deserto e outros homens santos, e recebeu suas relíquias, santuários, capelas e imagens: essas coisas, embora tenham tido legitimidade em certa época por causa da ignorância das pessoas e superstição de alguns, interesse político de outros. Após um certo período essas fábulas, de crédito duvidoso, imposturas do clero com ilusões de espíritos e sinais de Anticristo, são um escândalo em detrimento da religião….

….A escolha dos livros da Bíblia, considerados sagrados e divinamente inspirados ocorreu em 393 no Concílio regional de Hipona, na África do Norte. Depois de uma longa batalha doutrinária dentro da Igreja, os textos que saíram vencedores foram promulgados oficialmente em 1546, no Concílio de Trento. Os livros que não pertenciam ao cânon, a lista dos escolhidos, ganharam a alcunha de Apócrifos (reservados, escondidos), e muitos foram para a fogueira por ter sido considerados heréticos.

…Na escolha dos textos que deveriam entrar no Novo Testamento, tiveram preferência aqueles que mostravam que Jesus morreu e ressuscitou no terceiro dia e reforçavam que Ele teria vindo confirmar as profecias do Antigo Testamento. Até se chegar na Bíblia tal qual ela é hoje houve brigas de grupos de ideologia, por motivos doutrinários e sociopolíticos, disse o cientista da religião Luigi Schiavo, da Universidade católica.

O escritor H. L. Mencken diz de forma irrefutável em seu livro Treatise on the Goods:

“O fato simples é que o Novo Testamento, como o conhecemos, e uma acumulação atabalhoada de documentos mais ou menos divergentes, alguns deles provavelmente de origem respeitável, mas outros claramente apócrifos, e a maioria deles, tanto os bons quanto os ruins, mostram sinais inequívocos de terem sido adulterados.”

A Bíblia, é considerada de Inspiração Divina, mas passou pelo raciocínio humano, porque grupos de pessoas decidiram quais eram os livros que deveriam entrar. Ao longo dos anos, surgiram inúmeras versões da Bíblia e muita gente entrou em cena para traduzir as Escrituras Sagradas. Sabemos que são 1.328 capítulos, que possui 40.030 versículos, que suas palavras no texto original são 773.692, que a palavra Javé, o nome sagrado de Deus, aparece 6.855 vezes.

O Novo Testamento conta a vida de Jesus Cristo, o “carpinteiro” da aldeia de Nazaré que se proclamou filho de Deus encarnado na Terra para dar continuidade ao projeto divino. Jesus não deixou nada escrito. Foram os apóstolos e discípulos os autores dos relatos sagrados. Muitos erros foram feitos nas cópias, erros que às vezes mudaram o sentido dos textos. Em certos casos, tais erros foram propositais, de acordo com a teologia do escrivão. A julgar pelo último livro da Bíblia cristã, o Apocalipse (que descreve o fim do mundo), o receio de ter suas narrativas “editadas” era comum entre os autores do Novo Testamento. No versículo 18, lê-se uma terrível ameaça: “Se alguém fizer acréscimos às páginas deste livro Deus o castigará com as pragas descritas aqui”.

Uma verdadeira baderna teológica, nos primeiros séculos do cristianismo, com montes de seitas defendendo idéias diferentes sobre Deus e o Messias.

deusILUSÃO !

1 04 2011
vanderlei

ola´Dhiogo, tudo bem ?
voce ainda tem duvidas que a biblia é um livro feito por mãos humanas?
Dai a querer inputar seus absurdos e contraditórios ensinamentos como sendo de origem cristã, isto é pura injustiça e falta de aritimética.
pois um evangelho de jesus possue apenas 43pg contra 1053 restante, isso nos diz que de cristã a biblia tem apenas 4%, porque tão pouco? :
“Eles pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos” jesus so falou o necessario.
Outra acusação falsa e falta de argumento é suposta apologia da escravidão cristã, Jesus disse claramente que devemos amar ao proximo, isto deixa bem claro para o bom senso que era contra a escravidão, no mais as parabolas cristãs se referindo a servos e ao SENHOR, esta bem clara ao bom senso que se trata de pessoas servindo ao SENHOR DEUS e isto não tem nada haver com castigos fisicos e com escravidão de homens em resumo quem não tem argumentos validos se agara com unhas e dentes em falta de bom senso.
Qaunto a moises este sim era um abolicionista atestado por suas proprias leis que beneficiaram os com salarios de empregados e libertaram escravos.
Eu teria vergonha de exemplificar um argumento pre fabricado, ridiculo e infundado como este, é lamentavel passar por este ridiculo em um site ateu.
sds

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